Cuidados a serem tomados na hora da recolocação profissional Florianópolis, Santa Catarina

Dicas para o desempregado voltar a trabalhar. O autor descreve os passos a serem tomados na hora de mudar de emprego. “Abdicar de uma remuneração trar-lhe-á mais preocupação, angústia e ansiedade, peça demissão somente após ter firmado sua recolocação”, afirma autor.

ICEA Agência de Estagios
(48) 3224-1441
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Metahumana Tecnologia e Gestão Ltda
(48) 3222-8298
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João Nicolau Carvalho
(48) 3224-3499
av Rio Branco, 448 s 601, Centro
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Fundação Est Pesq Sócio Econômico-FEPESE
(48) 3953-1000
r Campus Universitário - CSE, s/n, Trindade
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Sistema de Ensino e Integração do Brasil Ltda
(48) 3028-3858
r Felipe Schmidt, 390 sl 1310, Centro
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Labore Agência de Integração Empresa Escola
(48) 3322-1167
r Pres Nereu Ramos, 69 s 204, Centro
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Instituto Treinar de Educação e Tecnologia
(48) 3224-7216
r dos Ilhéus, 46 s 403, Centro
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Instituto Psicotécnico Psicometria e Pesquisas Ltda
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Henrique A Bulcão Viana Fett
(48) 3222-7793
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Paradigma
(48) 3024-2236
r Jorn Tito Carvalho, 20, Trindade
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Cuidados a serem tomados na hora da recolocação profissional

Escrito por Tom Coelho    Sexta, 26 de Setembro de 2008 19:46   

O Peso do QI na Recolocação Profissional

Tom Coelho ∗

“Você é quem você conhece, não o que você faz.”

(Azalba)

Já engordei as estatísticas do desemprego há alguns anos. Eram tempos em que atuava como executivo, ocasião na qual conheci o trabalho das empresas de recolocação profissional, o chamado outplacement.

Foi quando aprendi a preencher adequadamente um currículo, além de ser orientado sobre como me portar em entrevistas. Também passei horas analisando companhias diversas, escolhendo aquelas nas quais gostaria de trabalhar para, ato contínuo, enviar-lhes meu precioso portfólio, agora maquiado e vitaminado, na expectativa de ser convocado.

Ledo engano. Já naqueles tempos, início dos anos noventa, os processos de recrutamento estavam mudando. Currículos aleatoriamente enviados pelo correio ou preenchidos pela internet podem se configurar em pura perda de tempo. Tornam-se lixo, físico ou eletrônico, antes mesmo que alguém leia o nome do remetente.

Pesquisa recente realizada pelo Grupo Catho junto a 17.801 profissionais indicou que 56% dos cargos operacionais e 43% dos cargos de gerência foram preenchidos com base no QI do candidato. Mas não estamos falando do famigerado “quociente de inteligência” e sim do “quem indicou”. Networking, relacionamento, estas são as palavras de ordem. E há até quem opte por mudar de emprego graças à confiança depositada em quem lhe fez a indicação. Estes fatos levam-nos a algumas reflexões.

Sempre recebo mensagens de leitores comentando sobre sua insatisfação com a empresa em que trabalham. As queixas vão da falta de reconhecimento e ausência de desafios à baixa remuneração e inexistência de plano de carreira, passando inexoravelmente por problemas de relacionamento interpessoal, seja junto à direção, seja com os próprios colegas.

Estes profissionais vislumbram como única solução pedir demissão e buscar novos horizontes, como se o ambiente fosse a origem de todos os males, acreditando que em outra corporação os mesmos dissabores não acontecerão. Pior, há aqueles que optam pelo desligamento sumário da companhia, passando por uma semana de regozijo até caírem em si, e na realidade, de que nos assuntos relacionados ao dinheiro, como diria Victor Hugo, é preciso ser prático.

Diante dos fatos, alguns cuidados devem ser tomados para que uma proposta pretensamente interessante não se apresente como uma armadilha:

1. Cheque a oportunidade de trabalho. Verifique se a mesma é concreta e, mais ainda, permanente. Pode tratar-se de uma posição temporária e que não lhe garantirá estabilidade.

2. Pesquise a empresa. A internet é fonte inesgotável de informações. Acesse o site da empresa e, depois, os buscadores, para obter mais informações sobre o perfil da companhia e sua posição relativa no mercado. Dê especial atenção aos valores declarados pela organização ...

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